quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Madona no Rio

Segundo o Portal G1, a cantora Madona recebeu crianças moradoras da Ladeira dos Tabajaras, num enconttro a portas fechadas.

As crianças participam de um projeto de uma ONG, fundada pelo Centro de Cabala, frequentado pela cantora.

G1 > Games - NOTÍCIAS - Microsoft bloqueia 600 mil contas de jogadores em sua rede on-line

A Microsoft bloqueia 600 mil contas de jogadores em sua rede online.

Quem destravou o console Xbox 360, pode terá sua conta bloqueada pela Microsoft. Desde outubro, quando teve início a caça aos consoles destravados, já foram bloqueadas em torno de 600mil contas. E pode chegar a um número por volta de 01 milhão de usuários com o console, que permite rodar jogos pirata. A empresa lembra que pirataria é crime e que modificar seu Xbox 360 para rodar games peratas no videogame, fere os termos de uso da rede Xbox Live, perde a garantia do aparelho eresulta no banimento da rede online. Mas informa também, que quem tem o aparelho destravado e não usa para jogar online, não terão as contas bloqueadas.

Os jogadores já enviaram até ameça de morte aos responsáveis pelo banimeto das contas.
Para saber mais leia no Portal G1.


G1 > Games - NOTÍCIAS - Microsoft bloqueia 600 mil contas de jogadores em sua rede on-line

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Raiz Online Pagina treze

O Raiz on line traz dois artigos muito interessantes. O primeiro, Ricardo Dorés fala sobre a importancia do cartão de visitas nos dias de hoje. Ele lembra que os negócios, hoje em dia, são fechados pessoalmente, e dá preciosas dicas de como entregar ocartão, qual o melhor momento. Ele considera fundamental o uso dessa ferramenta e afirma "O cartão de visita, tão pequeno em sua aparência e tão importante em seu significado".

O segundo artigo, informa o fechamento definitivo do "Geosites" do Yahoo. Fala dos motivos que levaram o Yahoo a tomar essa decisão e sobre o futuro das redes socias.

Para ler mais, siga o link:

Raiz Online Pagina treze

Raiz Online Pagina treze

O Raiz on line traz dois artigos muito interessantes. O primeiro, Ricardo Dorés fala sobre a importancia do cartão de visitas nos dias de hoje. Ele lembra que os negócios, hoje em dia, são fechados pessoalmente, e dá preciosas dicas de como entregar ocartão, qual o melhor momento. Ele considera fundamental o uso dessa ferramenta e afirma "O cartão de visita, tão pequeno em sua aparência e tão importante em seu significado".

O segundo artigo, informa o fechamento definitivo do "Geosites" do Yahoo. Fala dos motivos que levaram o Yahoo a tomar essa decisão e sobre o futuro das redes socias.

Para ler mais, siga o link:

Raiz Online Pagina treze

Howard Gardner: "É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses" | Formação | Nova Escola

Howard Gardner deu uma entrevista para a revista Nova Escola, muito interessante. Na entrevista, ele fala de um novo foco de pensamento, sobre a inteligência, que ele chama de "cinco mentes para o futuro", onde a ética é o destaque. Citando Ralph Waldo Emerson,um filosofo americano, que diz "Não basta ao homem ser inteligente. Mais do que tudo, é preciso ter caráter"; ele completa __ "O planeta não será salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele".
Howard Gardner esteve no Brasil para divulgar se livro, ainda não editado por aqui, Inteligências Multiplas ao Redor do mundo.

Se quizer ler a entrevista na íntrgra é só seguir o link abaixo.


Howard Gardner: "É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses" | Formação | Nova Escola

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A Felicidade

A felicidade é transmissível.

Um lindo pps.



DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL
Frei Betto , 06-Jun-2008

Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia,do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza,
já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse 'tenho
aula de meditação'!

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso, as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um super-executivo se não consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto'? 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite'! Mas como fica a questão da subjetividade? Da
espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na
realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega Aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra!

Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há
compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais.

A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções - é um problema: a cada semana que passa temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede, desenvolve de tal maneira
o desejo que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.

Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los aonde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque para fora ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.
Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três
requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E
ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no
inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's…

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: *'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:

''Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz''.